Blogue seleccionado em 2007 e 2008 pelo júri do The Bobs da Deutsche Welle - concurso internacional de weblogs, podcasts e videoblogs - como um dos dez melhores weblogs em português entre 559 concorrentes (2007) e um dos onze melhores entre 400 concorrentes (2008). Entrevista sobre o concurso de 2008 no UOL, AQUI.
Para todas e todos vós, para as vossas famílias, os meus votos de um feliz 2015, habitado pela saúde. Sintam-se bem e regressem sempre. Índico abraço.
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03 março 2015

Professor Gilles Cistac faleceu

Fonte digna de crédito acaba de me informar que o Professor Giles Cistac faleceu. Paz à sua alma.
Adenda às 14:15: múltiplo e intenso movimento de pesar nas redes sociais digitais.
Adenda 2 às 14:27: derradeira informação, aqui.

Professor Gilles Cistac foi baleado

O Professor Catedrático Gilles Cistac, constitucionalista, da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane, foi hoje baleado na cidade de Maputo, encontrando-se em estado grave no Hospital Central de Maputo.
Adenda às 10:21: actualização aqui.
Adenda 2 às 10:25: também aqui.
Adenda 3 às 10:27: de fonte digna de crédito fui informado que o Professor Cistac está aparentemente fora de perigo, ainda que na sala de operações.
Adenda 4 às 10:33: uma outra fonte disse-me que o Professor está em situação delicada.
Adenda 5 às 10:46: entrevista com Cistac há dois anos sobre autarquias locais, aqui.
Adenda 6 às 11:04: a "Rádio Moçambique" reportou o baleamento no noticiário das 11 horas. Médicos operam o Professor, que foi atacado por um grupo de quatro indivíduos. O locutor da "Rádio Moçambique" afirmou que Cistac, de origem francesa, é naturalizado moçambicano. Há uma multidão junto ao Hospital Central de Maputo e a notícia corre a cidade.
Adenda 7 às 11:21: já começou nas redes sociais digitais um debate sobre as causas do baleamento, as quais surgem fortemente politizadas.
Adenda 8 às 11:36: aguardo actualização sobre o estado clínico do Professor Cistac.
Adenda 9 às 11:45: segundo uma fonte, o Professor continua em estado muito grave.
Adenda 10 às 12:36: Cistac foi atingido cinco tiros de uma arma AKM, na posse de um membro de um grupo de quatro indivíduos, tendo sido atingido no tórax e no abdómen. A "Rádio Moçambique" ouviu o motorista do Professor. Várias individualidades estão no Hospital Central de Maputo. O Professor está ainda a ser operado.
Adenda 11 às 13:37: segundo o conselheiro António Gaspar, o presidente da República, Filipe Nyusi, exigiu à polícia o rápido esclarecimento do atentado e considera macabro o que se passou - estação televisiva "STV" há momentos.
Adenda 12 às 13:49: despacho da "Lusa" no "SapoNotícias" aqui.

O que é futebol?

Está em bom ritmo de organização o 14.º número a coleção "Cadernos de Ciências Sociais", intitulado "O que é futebol?", a ser entregue à editora no dia 16, segunda-feira, às 08 horas locais. Um número de grande qualidade científica, da autoria de Salomé Marivoet de Portugal e, do Brasil, Marcelo Bittencourt, Victor Andrade de Melo e Marcel Tonini (pela ordem da entrada na foto em epígrafe).

Intelectuais orgânicos do Diferente Solidário

“Nenhuma sociedade progrediu sem fazer a sua própria crítica, sem que os seus criadores e pensadores se metessem contra a corrente dos bem-pensantes (…) África tem necessidade de imprecadores.” [Henri Lopès, Mes trois identités, in Kandé, Sylvie (dir), Discours sur le métissage, Identités métisses, En quête d´Ariel. Paris: L´Harmattan, 1999, pp. 141-142]
Continua atormentado e agressivo o território daqueles para quem uma ideia política diferente é uma heresia, uma obscenidade, um perigo. Os intelectuais orgânicos do Mesmo Imutável entendem que uma ideia política diferente é especialmente perigosa porque é - defendem, convictos e irados - um atentado contra a integridade de um sistema, em última análise de um partido. Chegam rapidamente à tese da conspiração manipulando uma receita que combina mefistófeles, embaixadas e raças. O problema desses intelectuais orgânicos do Mesmo Imutável é que o país é cada vez mais rico não de samaritanos de última hora, de tiranos arvorados em democratas e de malandrins reaccionários com fórmulas pretensamente progressistas, mas de gente atenta e crítica, de imprecadores no sentido de Henri Lopès, de intelectuais orgânicos do Diferente Solidário, de pessoas que querem honestamente contribuir para um futuro mais digno. Essa é uma das mais maiores riquezas de Moçambique, contribuindo decisivamente para o seu crescimento e para a sua mundialização progressista.
Adenda às 10:19: "A nossa comunicação social deve criar e consolidar essa cultura de respeito pela diversidade de pensamento. Queremos uma cultura em que pensar diferente e transmitir essa diferença de pensamento seja um direito que assiste a cada moçambicano", disse Filipe Nyusi, falando na tomada de posse do vice-ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Henriques Bongece, e do presidente do Conselho Superior da Comunicação Social (CSCS), Tomás Vieira Mário." Aqui.

Lá no Niassa

Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato. Em língua yaawokucela significa amanhecer. Sobre a província do Niassa, aqui.

02 março 2015

Uma ideia original

Quando do lançamento em Luanda a 24 de Outubro do ano passado, o livro "O que é racismo'?" da Coleção "Cadernos de Ciências Sociais" da "Escolar Editora" foi acompanhado de publicidade feita em sacolas e camisetas, tal como a foto anexa documenta. Obrigado ao Colega Paulo de Carvalho de Angola pelo envio postal desse original material. Recorde o lançamento aqui. Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Segundo a ADECRU

Texto hoje divulgado aqui.

No "Maka Angola" de Rafael Marques de Morais

PGR estuda Dhlakama

Segundo a "Lusa" citada pelo "SapoNotícias": "Em declarações hoje ao diário eletrónico mediafax, editado em Maputo, o vice-procurador-geral da República, Alberto Paulo, disse que a instituição está a acompanhar os pronunciamentos de Afonso Dhlakama, para apurar se há lugar à responsabilização criminal ou se os mesmos estão no plano puramente político." Aqui.

Sobre a "guerra do Mulimão" na Zambézia (7)

Sétimo número da série. Há também a considerar o espectáculo aterrador de todos aqueles que regressavam das operações do Norte. Com efeito e segundo o alto funcionário colonial citado no número anterior, os barcos descarregavam continuamente em Quelimane "verdadeiras múmias a mauior parte das quais morre a caminho de casa." Por fim: sobre a "guerra do Mulimão", várias fontes coloniais deram conta da morte na Zambézia de centenas de pessoas, da violação de centenas de mulheres e crianças, da destruição de palhotas e culturas, do roubo de animais e de dinheiro e da destruição de lojas.
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Nota: os dados são retirados de Serra, Carlos, De la gestion des corps à la gestion des mentalités en Zambézia, Mozambique (1890/1983) - rapports de domination, conformisme et déviance politiques, thèse de doctorat en sociologie. Paris: École des hautes études en sciences sociales, trois volumes, 965 pp., vol. 2, pp.311-312 (aqui).
Questão: talvez não seja desinteressante perguntarmo-nos se faria sentido exigir uma indemnização aos autores da tragédia de 1918.

ISIS: um monstro criado pelo Ocidente

Com o título em epígrafe, um texto do historiador norte-americano Robert Freeman divulgado em Outubro do ano passado, aqui. [imagem reproduzida da fonte, CS]

Política e Capital não têm "tribo" (6)

"A categorização dos povos africanos em “tribos” remonta ao período da colonização e ainda hoje pode ser lida nas páginas dos jornais, pois os conflitos africanos chegam às salas de redação do mundo todo com manchetes prontas, geralmente provenientes das agências de notícias norte-americanas ou européias.” Aqui.
Sexto número da série. Prossigo com as hipóteses. Tal como a mercadoria analisada por Marx, a etnia (tribo, na linguagem mais corrente) aparece como tendo vida nela própria, como possuindo propriedades inatas, como desligada da vida real e conflitual das relações sociais. Na verdade, estamos confrontados com o feiticismo da etnia. Ora, é indispensável considerar dois fenómenos à retaguarda da etnia: o mundo das diferenças sociais e a produção politicamente interessada da etnicidade estratégica. Se não se importam, prossigo mais tarde.

01 março 2015

Democracia e fome

É injusto falar de democracia a pessoas que morrem de fome - presidente executivo da Associação da Diplomacia Pública da China, o embaixador Gong Jianzhong, num despacho da "Agência de Informação de Moçambique". Aqui.

Por quê e para quê tantos visitantes?

"O Presidente da República, Filipe Nyusi, prometeu ontem, no seu primeiro discurso à nação, formar um Governo prático e pragmático, orientado por objectivos de redução de custos e no combate ao despesismo." Aqui.
Secas e cheias, por exemplo, dão ciclicamente origem a movimentos paroxísticos, a uma febricidade inusitada no país. Lá onde habita um posto administrativo, por exemplo, vão chegando, em vagas sucessivas, de carro ou de helicópetro, o administrador distrital, o governador provincial, o ministro ou os ministros, o primeiro-ministro, dirigentes partidários, esposas de dirigentes, finalmente o Presidente da República, ondas sucessivas de gente preocupada e aparatosa a querer saber o que se passa, a prometer ajuda, a distribuir conforto e víveres, em meio ao protocolo, à segurança, à imprensa, aos basbaques surpreendidos, etc. Há gente que passa uma boa parte da sua vida não a fazer o que institucionalmente devia fazer, mas a ir onde já foram outros e outras ou a esperar visitantes, a preparar indumentárias, a limpar vilas e estradas, a garantir alojamento para as as estruturas, gente afanosamente sempre em trânsito de uma visita a outra, de um visitante a outro, de uma seca a outra, de uma cheia a outra. Vida de cata-vento, vida de viagens, múltipla vida despesista. Por quê e para quê tantos visitantes?

Sobre parasitismo em sites e blogues

Texto de 2011 publicado no "Observatório da Imprensa": "Em depoimento no Senado americano sobre o futuro do jornalismo, um ex-repórter do jornal Baltimore Sun, David Simon, que migrou, ele próprio, para a internet, comparou sites e blogues a parasitas que se alimentam das publicações impressas, acrescentando-lhes “pouco mais do que repetição, comentário e espuma”. [Enquanto isso, elaborou, os leitores que se informam pelos sites de agregação de notícias deixam de ir ao seu ponto de origem, os jornais propriamente ditos. O resultado é que “o parasita está matando lentamente o seu hospedeiro”. Aqui. [imagem adaptada daqui]
Adenda às 07:15: no que diz respeito a Moçambique, recorde neste diário por exemplo aqui e aqui.

28 fevereiro 2015

Será cibereterno

Vivendo no enorme oceano dos cerca de 1,24 bilião de membros do Facebook (cerca de um milhão e quatrocentos mil em Moçambique), cada facebookista procura dizer em sua página que existe, página que é um diário, diário com o seu vibrante confessionalismo público, com os seus amores e ódios, suas alegrias e tristezas, com a sua saúde ou com a sua doença, com as suas viagens, o seu ócio, os seus selfies, enfim com a sua singularidade. É como se replicasse os faraós egípcios e aqui criasse a sua pirâmide digital para afirmar com veemência que, haja o que houver, será cibereterno. [imagem reproduzida com a devida vénia daqui]

Um texto preocupante

O "@Verdade" digital tem um texto preocupante, aqui.

Lançamento em Luanda

Esforços estão em curso para o lançamento no próximo mês em Luanda do livro "Estão as línguas nacionais em perigo?", com a presença de José Pedro de Angola e Bento Sitoe de Moçambique. A editora já enviou para a capital angolana um reforço de 140 exemplares. Brevemente será dado a conhecer o local do lançamento. Recorde aqui.
Amplie a imagem clicando sobre ela com o lado esquerdo do rato.

Militantes da mão externa

Os militantes da mão externa têm uma teoria clássica: quem não é da casa primordial está ao serviço de interesses estrangeiros. A nível político, os militantes dessa casa defendem que os questionadores, os críticos, são inevitavelmente movidos pela malignidade da mão externa, da tenebrosa mão internacional. Teoria que acaba por criar ódios sem fim no preciso momento em que os seus defensores se proclamam, veementemente, arautos da paz.

"À hora do fecho" no "Savana"


Na última página do semanário "Savana" existe sempre uma coluna de saudável ironia que se chama "À hora do fecho". Naturalmente que é necessário conhecer um pouco a alma da vida local para se saber que situações e pessoas são descritas. Segue-se um extracto reproduzido da edição 1103, de 27/02/2015, disponível na íntegra aqui:
Nota: de vez em quando perguntam-me por que razão o ficheiro está protegido com senha e marca de água. Resposta: para evitar que os ávidos parasitas do copy/paste/mexerica o copiem, colocando-o depois no seu blogue ou na sua página de rede social digital com uma indicação malandra do género "Fonte: Savana". Mas, claro, um ou outro é persistente e consegue transcrever para o word certos textos, colocando-os depois no blogue ou na rede social, mas sem mostrar o verdadeiro elo. Mediocridade, artimanha e alma de plagiador são infinitas.

27 fevereiro 2015

Dhlakama mantém o tom castrense

Segundo a "Lusa" citada pelo "SapoNotícias": "Uma coisa nós não iremos aceitar: se a Frelimo não aprovar este projeto [de criação de regiões autónomas], até que será bom, pois iremos removê-la do poder à força. Perderá tudo, e temos condições para tal", afirmou Dhlakama, falando na quinta-feira durante um comício no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique." Aqui.

O mais dramático

O mais dramático na blogosfera, nas redes sociais digitais e nos jornais consiste menos no recurso ao anonimato para atacar outrem - quantas vezes de forma vil e cobarde - do que em responder veementemente - quantas vezes de forma desesperada - ao(s) autor(es) desse anonimato. Responder ao anonimato provocador é, afinal, aceitá-lo e, portanto, legitimá-lo.

"Savana" 1103 neste diário

Últimas dos negócios em Moçambique

Cabeçalhos das notícias sobre o mundo de negócios em Moçambique no "Africa Intelligence" com data de hoje, aqui.

Sobre a "guerra do Mulimão" na Zambézia (6)

Sexto número da série. A 14 de maio de 1918 um alto funcionário colonial do então distrito da Zambézia escreveu um ofício para o secretário dos Negócios Indígenas sedeado em Lourenço Marques dando conta de que se podiam percorrer dezenas de quilómetros no distrito  sem se encontrar "um só homem vigoroso" [sic] e que nas aldeias apenas se encontravam mulheres, velhos e crianças. Se não se importam prossigo mais tarde.
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Nota: os dados são retirados de Serra, Carlos, De la gestion des corps à la gestion des mentalités en Zambézia, Mozambique (1890/1983) - rapports de domination, conformisme et déviance politiques, thèse de doctorat en sociologie. Paris: École des hautes études en sciences sociales, trois volumes, 965 pp., vol. 2, p.311 (aqui).

26 fevereiro 2015

Ainda sobre o lançamento de dois números da coleção "Cadernos de Ciências Sociais"


Por quê e para quê tantos visitantes?

Sobre a "guerra do Mulimão" na Zambézia (5)

Quinto número da série. Para fazer face à invasão, o governo colonial distrital (na altura a Zambézia era um distrito) levou a cabo uma conscrição geral de milhares de homens transformados em cipaios e carregadores nas operações militares. As consequências foram terríveis para os lares camponeses. Se não se importam prossigo mais tarde.
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Nota: os dados são retirados de Serra, Carlos, De la gestion des corps à la gestion des mentalités en Zambézia, Mozambique (1890/1983) - rapports de domination, conformisme et déviance politiques, thèse de doctorat en sociologie. Paris: École des hautes études en sciences sociales, trois volumes, 965 pp., vol. 2, p.311 (aqui).

Um exemplo do ministério de Jorge Ferrão

Com o objectivo de encontrar um fio condutor para uma educação de qualidade, ancorada no desenvolvimento humano, o Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano agendou quatro encontros de auscultação com pessoas singulares e entidades públicas e privadas entre os dias  25 do corrente e 08 de Maio, num  total de 45 pessoas por encontro.
O primeiro encontro, tendo Brazão Mazula como moderador, realizou-se ontem, com a presença do ministro Jorge Ferrão e do vice-ministro Armindo Ngunga. Tive o privilégio de ser um dos convidados.
A grande novidade foi a presença de antigos ministros da Educação, que falaram das suas experiências de governação, dos seus métodos e das suas expectativas em relação ao futuro educacional do país.
Uma experiência ministerial excelente que quer avançar com os olhos no futuro sem perder a memória no passado.

25 fevereiro 2015

"Aplicação indirecta da pena de morte"

Ex-bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique, Gilberto Correia, citado pelo "Diário de Moçambique" a propósito das condições de reclusão na Cadeia Central da Beira: “Muitos reclusos morrem nas cadeias ou cumprem a pena e saem da cadeia com uma doença crónica que os leva a morte. A verdade é que em Moçambique não existe pena de morte. Mas mandar as pessoas para as cadeias sem condições adequadas de reclusão, pode significar a aplicação indirecta de pena de morte” – considera a fonte e afirma que a falta de um lugar para sentar é o mínimo que se podia criar." Aqui.

Um exemplo do ministério de Jorge Ferrão

Sobre a "guerra do Mulimão" na Zambézia (4)

Quarto número da série. A 10 de Fevereiro de 1918, o exército alemão atravessou Malema em Nampula, a 16 de Junho chegou a Alto-Molócuè já na Zambézia, a 18 do mesmo mês tomou Mugeba de assalto, a 25 foi a vez de Mulevala, em Julho destruiu as plantações da Companhia do Boror em Nhamacurra. Se não se importam prossigo mais tarde.
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Nota: os dados são retirados de Serra, Carlos, De la gestion des corps à la gestion des mentalités en Zambézia, Mozambique (1890/1983) - rapports de domination, conformisme et déviance politiques, thèse de doctorat en sociologie. Paris: École des hautes études en sciences sociales, trois volumes, 965 pp., vol. 2, pp. 310-311 (aqui).

Dois livros lançados ontem no CCFM

Dois livros da coleção "Cadernos de Ciências Sociais", da Escolar Editora, foram lançados na tarde de ontem no Centro Cultural-Franco Moçambicano, cidade de Maputo, designadamente "Estão as línguas nacionais em perigo?" e "O que é violência social?". Mais desenvolvimentos nas próximas horas.
Adenda às 05:54. Na primeira foto, da esquerda para a direita: Carlos Serra (coordenador e apresentador da coleção), Gregório Firmino (comentador), Bento Sitoe (co-autor de "Estão as línguas nacionais em perigo"), António Eugénio Zacarias (co-autor de "O que é violência social?"), Padre Inácio Lucas (comentador) e Sheique Saíde Habibo (comentador). Co-autores de outros livros da coleção estiveram também presentes, designadamente Júlio Carrilho (arquitectura), Teresa Manjate (literatura), Almiro Lobo (literatura) e João Carlos Colaço (exclusão social).